Dia 4 na numerologia: Praticidade

Dia 4 na numerologia: Praticidade.

Feliz dia 4….11 / 2……2018 / 2 = 8…….4 está representado pelo Quadrado na Geometria Sagrada……4 é vibração de organização, metodologia, meta, foco, praticidade, trabalho, matéria, esforço contínuo, racionalidade, disciplina, construção, tradição, passado, rigidez, regras, normas, controle e crítica excessiva…….Respira e Inspira……Feliz dia de domingo, consagrado ao Sol, que à todos Ilumina……….A mente racional, cheia de controles e regras  preconcebidas, necessita abrir-se para aprender com novas visões e novas ideias, fazendo novas conexões, independente das crenças culturais ou filosóficas…….Não construímos um projeto sólido, com uma boa base, sozinhos…….Evite o julgamento por antecipado, principalmente com figuras de autoridade (8), por medos ou falta de fé em si mesmo………..Pense e repense pelos 4 lados todos os detalhes……organize a agenda, as gavetas e a mente para que a semana seja poderosa……Lua Nova está chegando…..Examine os desejos mais profundos……Que sementes plantar neste lindo Planeta Terra de 4 lados, 4 estações, 4 elementos e 4 luas?????? Como co-criar um projeto que seja incrível para muitas pessoas?….Solte todo e qualquer julgamento, confiante nas Infinitas Possibilidades…….Solte o peso da mochila de peregrino, afrouxando os laços dos carmas e dos eternos padrões que sempre se repetem…….A base sólida inicia-se em nosso interior, quando nos permitimos progredir……Confie……Porque é para frente que andamos…….Evite a intolerância e o controle com as pessoas do entorno……….abra a porta e a janela quadradas, construindo uma mesa redonda para que as Infinitas Possibilidades se manifestem……..feliz dia 4…..2…..2…..= 8

Helena Gerenstadt 

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Dia 3 na numerologia: Entusiasmo

Feliz dia 3…..11 / 2 ……..2018 / 2 = 7…….3 é representado pelo Triangulo na Geometria Sagrada, a primeira forma fechada na Natureza, considerada a “Mãe da Criação”……..3 é vibração de criatividade, expressão, comunicação, interação, otimismo, entusiasmo, foco, Fé, emoções, superficialidade, dispersão e imaturidade…………Ins…Pira….Ação  é a nossa capacidade de ativar nossa Luz Interna, para que Propósitos Divinos sejam manifestados na Terra……Respira e Inspira…… Medite sobre as percepções intimas, ocultas, profundas e que podem ser manifestadas no exterior……..Tudo que podemos co-criar está relacionado com nossa comunicação interna……….Para que sejamos compreendidos externamente, é necessário que o lado direito e o lado esquerdo do cérebro estejam de acordo, sem dúvidas, focados em si e no próximo…….As palavras são repletas de poder………Os homens, desde o início da humanidade, utilizam os mantras para proteção, abertura de caminhos, para conexão com os planos mais sutis……Pense como utilizar esse poder de comunicar e esclarecer, sem os velhos padrões de vítima, de mágoa, expondo velhas feridas ou passando mensagens negativas……Quanto mais utilizamos essa energia para chamar atenção, mais nossas emoções se tornam vulneráveis, causando o efeito contrário, podendo prejudicar relacionamentos ou situações financeiras…….Permita-se fazer mudança para não desperdiçar valores intrínsecos e eternos que estão no interior……O alinhamento consciente pode colaborar na escritura de um novo capitulo de sua História……O que você deseja manifestar?…….Sinta a beleza que está contida na Criação…….Sinta a beleza das 7 notas musicais ou dos 7 raios do arco íris…….É possível transformar a atitude mental, concentrando-se no que realmente viemos manifestar…… A Lua Nova vem chegando…….Vá anotando no seu caderninho o que você deseja manifestar, seja no plano físico, mental, emocional ou espiritual…..Conecte-se com bons pensamentos e sentimentos, para que o Plano Divino possa se aproximar de nosso Ser……Nunca estamos Sós……a Trindade sempre nos acompanha quando permitimos………Conecte-se com sua Consciência Espiritual…….De Sacerdotisa à Imperatriz………Feliz dia 3….2….2…..= 7

Helena Gerenstadt 

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O NÚMERO DOZE

Desde a mais remota antiguidade o número doze serviu para muitas e variadas tarefas.

O povo babilônico estabeleceu sua base numérica em torno do número doze e não em base ao número dez, que é o nosso sistema numérico atual. O doze era a cifra essencial de seu sistema, pois o espaço e o tempo tinham sentido em relação com o doze: doze esferas, doze meses do ano, doze horas diurnas, doze horas noturnas, doze signos e doze casas do zodíaco.

Para a Cabala o número doze é um numero carregado de vibrações e seu simbolismo é interpretado de várias formas. Por uma parte é um número de forte influência sobre a sensibilidade das pessoas. Em certos casos, se associa seu significado com as paixões e com a renuncia pessoal e também compreende os mundos da formação, da criação, da emanação e da ação.

Como número da formação se associa, segundo a doutrina hermética e cabalística, ao pensamento e a mente; como número da criação, as mesmas fontes advertem que o doze aparece imbuído de um simbolismo com referência a saúde, tanto da alma como do corpo; como número da emanação, o doze é interpretado como centro essência dos objetos e das coisas; como número da ação o doze é associado à evolução e ao desenvolvimento, e assim, é considerado como um símbolo ligado a Mãe Terra.

Para a Astrologia o doze é um número de significado harmônico e é identificado com o signo de Peixes, que ocupa o décimo lugar do Zodíaco.

Os alquimistas o consideram cheio de sentido hermético, já que ao ser múltiplo perfeito de três, contém a tríade de elementos essenciais para conseguir transformar a matéria bruta com base das misturas de mercúrio, sal e enxofre, além de conter como divisores os quatro elementos (água, ar, terra e fogo).

Na tradição judeu-cristã o número doze é uma cifra sagrada, um símbolo de pleno sentido, já que eram doze os apóstolos, doze as tribos de Israel, doze as pedras preciosas do peitoral do sumo sacerdote, doze as portas da cidade de Jerusalém, a mulher celestial levava uma coroa com doze estrelas; inclusive a Bíblia diz que o número dos eleitos era 12 vezes 12.000, uma cifra que representa a totalidade dos santos.

Um dos preceitos da religião muçulmana estabelece a peregrinação a Meca deverá ser realizada dentro do décimo mês lunar.

Nas tradições chinesas também incluem este número entre seus favoritos, seu Zodíaco está formado por doze animais que completarão um ciclo de doze anos.

A prática tanto do Tai Chi Chuan como do Chi Kung se rege pelo estrito cumprimento das Doze Virtudes de Ouro.

A escala musica está formada por doze graus cromáticos (do, do#, re, re#, mi, fa, fa#, sol, sol#, la, la#, si), o que aproveitou e aperfeiçoou o compositor austríaco Arnold Schönberg em seu sistema dodecafônico serial.

O Simbolismo do Número Doze

Trata-se de um número sagrado e serve para medir os corpos celestes, assim como os doze meses do ano. Doze foi os discípulos de Jesus, 12 os frutos do Espírito Santo, 12 as tribos de Israel, 12 os filhos de Jacob, 12 vezes apareceu Jesus Cristo depois de morto.

O 12 se considera passivo e é o sinônimo da perfeição. Doze vezes 30 graus formam os 360 graus da circunferência.

Os caldeus, os etruscos e os romanos dividiam a seus deuses em 12 grupos. O deus Odin escandinavo tinha 12 nomes, do mesmo modo que os rabinos sustentavam antigamente que o nome de Deus se compunha de 12 letras. Adão e Eva foram expulsos do Paraíso às 12 horas do meio dia. São 12 as pedras preciosas da Coroa da Inglaterra, 12 as portas da cidade de Jerusalém e 12 os anjos que as custodiavam, segundo o Apocalipse. Segundo João, o Evangelista, em Jerusalém viverão 12 mil homens eleitos.

O 12 representa o sacrifício no Tarô. Nos 12 primeiros arcanos deste jogo se encontra a chave do total de cartas que o compõem. Em Atenas se adotou o sistema decimal e Platão admitia 12 deuses em sua República. Também havia 12 deuses primitivos entre os japoneses. O 12 é o número do justo equilíbrio, a prudência, a forma graciosa. Para os etruscos o céu tinha 12 divisões pelas as quais o sol passava todos os dias, e dividiam suas possessões em 12 províncias. As 12 é a hora do cenit do sol, e 12 é o número da esfera do relógio.

A Aritmética Duodenária

Os antigos astrônomos consideravam que toda a facilidade ou todo êxito consistia em tomar como unidade um número que admitisse a maior quantidade de divisões possíveis. Por isso dividiram o círculo em doze signos ou em 360 graus, o grau em 60 minutos, pois estes números podem subdividir-se em muitas partes.

 

360

1

360

2

180

3

120

4

90

5

72

6

60

8

45

9

40

10

36

12

30

15

24

18

20

 

 

 

Para os cabalistas o número três representa a soma de 12, ou seja: 1 + 2 = 3.

 

O Simbolismo do Número Três

Desde o ponto de vista geométrico é o primeiro número existente, pois se necessitam de pelo menos três pontos para formar o triângulo, que é a primeira figura geométrica.

É o número da Santíssima Trindade, ou seja, Deus em sua expressão total, da harmonia e o equilíbrio dos contrários, rompendo com a dualidade e o antagonismo e aportando uma nova possibilidade de equilíbrio.

Para os pitagóricos é a causa de tudo que tem três dimensões, e assim ingressa no terreno da psicologia. É a Tríade, no mundo, o resultado da inteligência (ativa) mais a matéria (passiva), ou seja: 1 monada – ativo

2 diada – passivo

3 triadas – neutro

Desde os tempos mais antigos o número três foi merecedor de veneração e se consagrava nas questões divinas. No Egito, na Índia e em Israel foi considerado como um número sagrado. Para Pitágoras era o número do mundo dos fenômenos e participava da natureza da mônada (1) e da diada (2).

Também é o símbolo do mundo dos fenômenos e para os cristãos primitivos era o símbolo da existência do movimento e do equilíbrio entre os extremos.Os Hindus o chamam de Rama ou Guna, porque para eles havia três Ramas (fogo de três classes) e 3 Gunas (qualidade de três classes). Se um é o ativo, o pai, o dois, o positivo, é a mãe, por ser a somo de ambos, o três e o Filho.

Não somente representa a Trindade para os cristãos, mas também para a religião hindu representa a trindade de Brahma, Vishnú e Shiva. Os brahmanes têm grandes Vedas, 3 margas ou caminhos de salvação. 3 Gunas, 3 Lokas (céu, terra, inferno) três jóias da sabedoria, e Shiva tem três olhos. Para os pitagóricos os números têm formas e a forma do três (como o 1 e o 7) é triangular.

A Cabala consta de três variedade e nela três são os atributos da divindade. Para os hebreus era Ghimel, que é aproximadamente a nossa G. É um número neutro, igual a todos os seus múltiplos. O 3 é Gamma para os gregos e é o número da sorte para os nascidos sob o signo de Virgem.

Deve-se destacar que em cada signo do Zodíaco existe três decanatos e entre os planetas existe 3 fortunas e 3 infortúnios.

Para os gregos o 3 era a origem de todo o conhecido, e quando faziam seus presságios bebiam três vezes pela honra das 3 Graças, igualmente que dividiam o mundo sob as três divindades de Júpiter, Netuno e Plutão. Para as antigas religiões escandinavas, a mitologia indicava que a árvore que contém o mundo contava com três raízes e havia 3 fadas na morada dos deuses. Eram três os golpes que se davam na porta e três são as opções que se apresentam aos seres humanos com mais freqüência. Os egípcios reconheciam três corpos no Ser Humano: 1) Dyet, o corpo físico; 2) Ka, o corpo fluído ou astral; 3) Ba, o espírito. O reino do Egito estava dividido em três partes: 1) o Alto Egito; 2) o Egito Médio; 3) Baixo Egito. Cada zona estava dividida em três províncias, e cada uma gozava da proteção de um Deus particular, ou seja, haviam trinta deuses, que se agrupavam de 3 em 3, que simbolicamente expressavam a concepção ternária da realidade: 1) mundo natural; 2) mundo filosófico; 3) mundo religioso.

Três foi os Reis Magos, que foram a Belém seguindo a estrela mágica. Três foram os evangelistas sinópticos. De acordo com estes Evangelhos, Pedro negou por três vezes a Cristo antes do canto do galo.

Há também referência ao conhecimento dos três primeiros «números» ou Princípios Matemáticos do Universo: o número um, ou seja, a Unidade do Todo; o número dois, ou seja, a Dualidade da Manifestação, e o número três, ou seja, o Ternário da Perfeição. Pitágoras o expressou admiravelmente nas palavras: A Unidade é a Lei de Deus (ou seja, do Primeiro Princípio, da Causa Imanente e Pre-Antinômica), o número (nascido da multiplicação da Unidade e por meio da Dualidade) é a Lei do Universo, a Evolução (expressão da Lei do Ternário) é a Lei da Natureza.

Ou, segundo as palavras de Ramaseum de Tebas: Tudo está contido e se conserve no Um, tudo se modifica e se transforma por três: a Mônada criou a Díade, a Díade produziu a Tríade, e a Tríade brilha no Universo inteiro.

 

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AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL

Segundo a Bíblia, Jacob teve doze filhos e uma filha.

Com sua esposa Lea teve seis filhos e uma filha:

Gênese: 29, 32: “E concebeu Lea, e deu a luz um filho, e chamou seu nome Rubén….”

Gênese: 29, 33: “Concebeu outra vez….chamou seu nome Simeón”,

Gênese: 29, 34: “…e concebeu outra vez….chamou seu nome Leví”,

Gênese: 29, 35: “Concebeu outra vez….chamou seu nome Judá”,

Gênese 30, 17: “…e concebeu, e deu a luz o quinto filho a Jacob….por isso chamou seu nome (18) Issacar”,

Gênese 30, 19: “…concebeu Lea outra vez, e (20) deu a luz ao sexto filho a Jacob…por isso chamou seu nome Zebulón”,

Gênese 30, 21: “Depois deu a luz uma filha, e chamou seu nome Dina”.

Com sua esposa Raquel teve dois filhos:

Gênese 30, 22-24: “…e lhe concedeu filhos…e concebeu….chamou seu nome José..

Gênese 35, 16-18: “…quando deu a luz Raquel….mas seu pai o chamou Benjamin.

Com a concubina Bila, oferecida por sua esposa Raquel, teve dois:

Gênese 30, 5-6: “E concebeu Bila…Portanto chamou seu nome Dan”,

Gênese 30, 7-8: “Concebeu outra vez Bilha….chamou seu nome Neftalí”

Com sua concubina Zilpa, oferecida por Lea teve também dois filhos:

Gênese 30, 10-11: “E Zilpa serva de Lea deu a luz um filho a Jacob….e chamou seu nome Gad”,

Gênese 30, 12-13 “Logo Zilpa….deu a luz outro filho a Jacob….e chamou seu nome Aser”.

  

OS 12 FILHOS DE JACÓB

 

Lea:

Bilha:

Zilpa:

Raquel:

Rubén

Simeón

Leví

Judá

Isaacar

Zebulón

Dan

Neftalí

Gad

Aser

José

Benjamín

 

Dois de seus filhos não constituíram a Tribo de Israel: Leví e José.

Levi por ser designada sua descendência como guardião do Templo e assistente dos Sacerdotes: Números: 3, 9: “Y darás aos Levitas a Aaron e a seus filhos….lhe são inteiramente dados entre os filhos de Israel”.

José por ser substituído por seus filhos Efrain e Menasés: Gênese: 48, 5: “E agora teus dois filhos Efraín e Menasés, que te nasceram na terra de Egito, antes que viesse a ti a terra de Egito, meus são, como Rúben e Simeón, serão meus…”.

 

AS 12 TRIBOS DE ISRAEL

 

Lea:

Bilha:

Zilpa:

Raquel:

Rubén

Simeón

Judá

Isaacar

Zebulón

Dan

Neftalí

Gad

Aser

Efraín
(nieto)

Menasés
(neto)

Benjamín

 

 SIMBOLOGIA

 

Tribo

Menção da Bíblia

Símbolo

Rubén
Simeón
Judá
Zebulón
Isaacar
Dan
Gad
Aser
Neftalí
Benjamín
Gênese:
49,   4   «
… como as águas»
49,   5   «
… armas de iniqüidade»
49,   9   «
Cachorro de leão …»
49, 13   «
… em portos de mar ….»
49, 14   «
… asno forte …»
49, 17   «
… víbora …»
49, 19   «
… exército acometerá ….»
49, 20   «
… dará deleites ao Rei»
49, 21   «
… cervo solto …»
49, 27   «
… lobo arrebatador«
água
espadas
leão
barco
asno
víbora
exército
pão e vinho
cervo
lobo
Efraín
(neto)
Deuteronômio:
33, 17   «
… seu touro é glória…«
touro  
Menasés
(neto)
Gênese:
49, 22   «
… rama junto à fonte …«
rama-pared

 

OS SIGNOS DO ZOODÍACO E AS 12 TRIBOS DE ISRAEL 

 

Signo:

Áries

Touro

Gêmeos

Câncer

Leão

Virgem

Libra

Escorpião

Sagitário

Capricórnio

Aquário

Peixes

Tribo:

Judá

Isaacar

Zebulón

Rubén

Simeón

Gad

Efrain

Menasés

Benjamín

Dan

Aser

Neftalí

 

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